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Material bioativo e bioabsorvível

Escrito por Fabricio Mazocco   
Qua, 27 de Agosto de 2014 15:04

DSC01675 reduzidaCada vez mais os implantes vêm sendo objeto de pesquisa nas mais diversas áreas do conhecimento. Pesquisadores da UFSCar desenvolveram a patente Processo de recobrimento descontínuo utilizando um biomaterial bioabsorvível e bioativo aplicado sobre substratos sólidos, recobrimento descontínuo e seu uso que trata do recobrimento de superfícies metálicas, cerâmicas, e poliméricas com um vidro altamente bioativo. O processo torna os implantes mais “compatíveis” com o corpo humano. São os inventores Edgar Dutra Zanotto, Oscar Peitl Filho e Clever Ricardo Chinaglia, do Laboratório de Materiais Vítreos (Lamav), do Departamento de Engenharia de Materiais da UFSCar.

 

As pesquisas que resultaram na patente tiveram como motivação a possibilidade de reduzir a ocorrência de falhas dos mais diversos implantes médicos e odontológicos através de alterações em sua superfície. Essas alterações implicariam em aumento de vida útil para os implantes e melhor qualidade de vida para os implantados, pois reduziriam a possibilidade de cirurgias para troca do implante.

 

Um dos maiores desafios na pesquisa foi integrar o vidro à superfície do metal, pois ambos possuem propriedades bastante diversas, o que gera instabilidade na interface metal−cerâmica. Um vidro desenvolvido em outra pesquisa do mesmo laboratório foi a solução para esse problema. Esse vidro possuía baixa tendência a cristalizar, coeficiente de expansão térmica muito próxima à do titânio e alta bioatividade – ideal para a aplicação pretendida. Após a definição do vidro, foi desenvolvido um método para depositá−lo na forma de partículas sobre a superfície de implantes metálicos.

 

A utilização do produto do invento é no recobrimento de implantes médicos e odontológicos, tornando-os mais bioativos (“compatíveis”), o que evita rejeições e acelera o processo de integração do osso com o implante, o que é bastante desejado principalmente no caso de pessoas que possuem diabetes e osteoporose. Pelo fato do biovidro também ser bactericida ele pode ser usado em implantes de quadril e placa de reconstrução óssea, onde essa propriedade é bastante desejada.

 

Também destaca-se que o processo desenvolvido é bastante versátil, pois também pode ser aplicado sobre implantes poliméricos e cerâmicos. Outra vantagem é que o material não apresenta o problema de destacamento de camada, como acontece com recobrimentos de hidroxiapatita − um material cerâmico de mesma composição da parte mineral dos ossos.

 

 
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