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Novos derivados de quinoxalina

Escrito por Fabricio Mazocco   
Ter, 27 de Maio de 2014 10:23

DSC01517 reduzidaEstima-se que cerca de 8 milhões de pessoas no mundo estão infectados com o protozoário causador da Doença de Chagas. Mais de 1 milhão de casos de leishmaniose surgem todo os anos. Nos dois casos, a maioria dos registros está localizada na América Latina. Essas duas enfermidades estão no grupo das chamadas doenças negligenciadas, que ocorrem principalmente em países em desenvolmento e que carecem de atenção por atingir comunidades de baixa renda e com ausência de infraestrutura urbana.

 

Uma pesquisa desenvolvida em parceria pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Universidade Estadual de Maringá (UEM) e a empresa GSK abre caminhos para a produção de novos fármacos utilizados no combate aos parasitas Typanosoma cruzi, causador da Doença de Chagas, e Leishmania amazonensis, da Leishmaniose.

 

A patente referente à pesquisa, Novos derivados de quinoxalina com atividade antiparasitária para emprego no tratamento de doenças infecicosas, por exemplo, leishmaniose e doença de Chagas, tem como inventores Arlene Gonçalves Corrêa, Diego Pereira Sangi, Celso Vataru Nakamura, Juliana Cogo, Márcio Weber Paixão, Vanessa Kaplum e Jean Henrique da Silva Rodrigues.

 

Para o desenvolvimento dos estudos, os pesquisadores utilizaram derivados de quinoxalina, uma classe de alcaloides que apresenta atividades biológicas e farmacológicas. Foram sintetizados 120 compostos da mesma classe visando avaliar, sobretudo, dois aspectos: o ataque aos parasitas e a toxicidade, ou seja, se as células humanas são afetadas. Dos 120 compostos, cerca de 15 apresentaram bons resultados.

 

Atualmente, para o combate ao parasita Trypanosoma cruzi há um remédio no mercado que, além de provocar efeitos colaterais, é efetivo somente na fase aguda, quando o ser humano é contaminado pelo parasita. A perspectiva é que os novos medicamentos que poderão surgir a partir dos novos compostos sejam menos tóxicos e ataquem o parasita tanto na fase aguda quanto na crônica, quando ele se instala em órgãos vitais.

 

Já no caso da Leishmaniose há mais medicamentos, porém eles se diferenciam pelo alto custo, exigência de internação e efeitos colaterais. Também nesse caso, a perspectiva é que os novos medicamentos possam suprir essas características.

 

Os testes com os compostos foram feitos in vitro. Os estudos caminham para a etapa de desenvolvimento de fármacos que incluem testes in vivo.

 


 
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