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Barco desenvolvido pelo CTI Renato Archer apoia missão científica no rio São Francisco

Ter, 23 de Outubro de 2018 16:48

Um barco desenvolvido pela unidade do Nordeste do Centro de Tecnologia da Informação (CTI) Renato Archer auxiliou uma equipe de pesquisadores de diferentes a especialidades a mapear a região do Baixo Rio São Francisco, na divisão entre Alagoas e Sergipe. Chamada Iracema, a embarcação foi utilizada para a coleta de uma série de informações ambientais que servirão de base para estudos científicos.

 

O Iracema é um barco tipo catamarã, que recebeu recursos da Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep). Com quatro metros de comprimento, ele comporta equipamentos e até três tripulantes, podendo ser operado manualmente ou de maneira remota e autônoma. Os instrumentos embarcados permitem o monitoramento ambiental remoto e em tempo real, por meio de um sistema de comunicação com a estação base.

 

“O barco é uma ferramenta de apoio à pesquisa, cujo objetivo é disponibilizar equipamentos científicos embarcados para o monitoramento ambiental. Ele pode ser operado de maneira autônoma e programável, permitindo a obtenção de dados georreferenciados, confiáveis e com grande resolução espacial e temporal. O Iracema deverá gerar um conjunto de informações que, após analisadas, promoverá conhecimento e facilitará a tomada de decisões futuras para o gerenciamento ambiental”, destacou o coordenador do projeto Iracema, Aristides Pavani Filho.

 

Com o uso deste equipamento, é possível verificar a qualidade de água do rio, (parâmetros como: solubilidade, pH, condutividade, salinidade, resistividade, densidade, oxigênio dissolvido, temperatura,) também é possível avaliar o assoreamento e profundidade do rio, objetos sólidos depositados no fundo. Todos esses parâmetros são georreferenciados GPS e tem uma miniestação meteorológica para apoiar. Esses são do barco Iracema.

 

Todos esses estudos possibilitam uma avaliação do impacto que o rio sofreu até o presente com ação antrópica e ambiental. E com o monitoramento a partir de agora será possível decisões técnicas para a sustentabilidade desse ecossistema. A proposta, segundo os coordenadores da expedição, é fazer essa expedição anualmente.

 

Expedição

 

Na última semana, cerca de 40 cientistas, entre estudantes e pesquisadores, percorreram o Baixo São Francisco, onde fizeram parte da maior missão científica que se tem conhecimento na região. A coleta de informações ambientais, sociais, econômicas, de qualidade da água e de produção aquícola poderá embasar o planejamento de conservação e uso dos recursos para garantir segurança alimentar e hídrica da região.

 

Foram analisadas as águas, fauna, flora, comunidades ribeirinhas, composição mineral, processo de assoreamento, pecuária e agricultura. O objetivo da empreitada é conhecer melhor os impactos socioambientais das atividades econômicas que ocorrem na região.

 

Entre os pesquisadores estavam alunos da Universidade Federal de Alagoas (Ufal); representantes da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa); do Ministério da Ciência Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC); do Instituto Federal do Ceará (IFCE); e do Centro Oceanográfico de Vigo da Espanha, entre outros cientistas.

 

Fonte: Portal MCTIC

 
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