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Delegação brasileira visita centros europeus de pesquisa em aquicultura marinha

Ter, 28 de Agosto de 2018 12:08

Uma comitiva brasileira está visitando centros europeus de pesquisa em pesca, aquicultura e alimentos para estreitar a cooperação científica e tecnológica. A missão é parte dos Diálogos Setoriais Brasil-União Europeia e segue até a próxima quinta-feira (30). O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) está representado pelo coordenador-geral de Oceano, Antártica e Geociências, Andrei Polejack.

 

Segundo ele, o objetivo é conhecer a experiência europeia para desenvolver a aquicultura marinha no Brasil. Ele destaca que o país tem tradição na produção de peixes de água doce, mas não conseguiu transportar esse conhecimento para a cultura no mar. “Foi bem interessante conhecer essas instalações, porque o Brasil está tentando desenvolver pesquisa nessa área para ter uma produção marinha de peixes, que não temos hoje”, afirmou.

 

Foram visitadas instalações em terra e no mar na Noruega, Suécia e Espanha. Nelas, a comitiva brasileira conheceu as técnicas de melhoramento genético e de produção sustentável utilizada por empresas europeias. A delegação brasileira também visitou a Plataforma Europeia de Cooperação em Aquicultura, que envolve todos os países do bloco e se propõe a integrar a pesquisa científica às necessidades da indústria.

 

“É uma plataforma que temos muito interesse em adaptar ao Brasil. A ideia que temos é desenvolver uma plataforma que envolva também o governo e que possamos atender a indústria nas necessidades que eles têm de produção, ou seja, alinhar melhor a indústria com a academia para que a gente possa ter uma parceria público-privada de sucesso”, observou Polejack.

 

Na França, a delegação brasileira vai participar da Aqua 2018, conferência que vai reunir especialistas em aquicultura de mais de 60 países. Além disso, Andrei Polejack terá um encontro preparatório para articular a reunião bilateral sobre pesquisa oceânica, programada para outubro, no Brasil.

 

Pesquisa em microplásticos

 

A missão brasileira também discutiu possível parceria com a Suécia na pesquisa sobre o acúmulo de microplásticos nos oceanos. Atualmente, o país já conduz investigações sobre a presença desses resíduos na região da Antártica, enquanto os europeus fazem o mesmo trabalho no Ártico. Além disso, a próxima missão da Rede de Previsão e Pesquisa no Atlântico Tropical (Pirata, na sigla em inglês) também vai averiguar a existência desses polímeros na área entre Maceió (AL) e o Atlântico Norte.

 

“Se você juntar essas pesquisas, teremos uma coleta de microplásticos de polo a polo, teremos um corte bem interessante da presença ou não desses resíduos nos oceanos. Esse é um tema de pesquisa científica muito interessante, de impacto relevante sobre um tema bastante atual”, destacou Polejack.

 

Em funcionamento há 20 anos, o Pirata é fruto de uma parceria entre Brasil, Estados Unidos e França. Composto por um sistema de boias ancoradas no fundo do Oceano Atlântico, faz o monitoramento de variáveis atmosféricas e oceanográficas entre a América do Sul e a África. Afixadas por rodas de trem ao solo marinho, cada unidade das boias que compõem a rede do Pirata carrega sensores ao logo de seus cabos submersos. Os equipamentos lá instalados monitoram temperatura e salinidade, da superfície até 500 metros de profundidade, além de correntes oceânicas, precipitações, pressão, radiação solar, unidade do ar, velocidade e direção do vento.

 

Fonte: Portal MCTIC

 
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