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Conhecimento sobre a microcefalia é só a ponta do iceberg, diz pesquisador

Sex, 27 de Julho de 2018 15:09

A epidemia do vírus zika, que atingiu o Brasil em 2015, impôs um grande desafio para a comunidade científica: construir conhecimento para entender a doença e seus impactos, como a microcefalia em bebês nascidos de mães infectadas. Segundo o pesquisador Demócrito de Barros Miranda Filho, especialista em medicina tropical que integra o Grupo de Pesquisa da Epidemia de Microcefalia (MERG), o esforço para caracterizar o vírus zika e desvendar a associação com a microcefalia congênita confirmou a capacidade da ciência brasileira.

 

"Não sabíamos o que era o vírus zika até ele chegar ao país. Na hora de um desafio como esse é que vemos a capacidade da ciência brasileira. A resposta foi rápida, porque tínhamos profissionais altamente gabaritados e, quando nos deparamos com esse desafio, pudemos unir essas competências para enfrentar essa demanda", afirmou Miranda Filho durante a 70ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, em Maceió (AL).

 

O médico, que é um dos ganhadores da edição 2018 do Prêmio Péter Murányi, alerta para a necessidade de aprofundamento das pesquisas nos próximos anos. É preciso estudar, por exemplo, o impacto da microcefalia na vida das crianças infectadas. Para Miranda Filho, o acompanhamento desses pacientes é fundamental para ampliar o conhecimento sobre o zika e para prevenir o surgimento de novos casos.

 

"Nós só descortinamos a ponta do iceberg, que é a microcefalia, mas há uma montanha de perguntas que precisam ser respondidas para evitar uma nova epidemia no futuro. Precisamos acompanhar e monitorar essas crianças ao longo da vida delas. É uma doença que ainda não conhecemos e as condições como ela se apresenta variam de acordo com a idade da criança infectada. Precisamos monitorar para conhecer melhor essa doença", explicou.

 

Editais

 

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) participou do esforço nacional de combate à proliferação do mosquito Aedes aegypti - vetor de doenças como a dengue, a zika e a chikungunya - e da microcefalia. Ao todo, o governo federal investiu mais de R$ 1 bilhão em pesquisas relacionadas a essas temáticas, desde 2016.

 

Fonte: Portal MCTIC

 
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