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Palestra Magna abre os debates sobre os desafios e propostas para um Brasil inovador

Qui, 28 de Junho de 2018 11:57

Após a abertura, Sávio Raeder, Diretor do Departamento de Políticas e Programas de Ciências, da Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (Seped/MCTIC), abriu o ciclo de palestras e debates falando sobre políticas públicas de CT&I e o enfrentamento das desigualdades sociais e regionais, com foco em iniciativas como a Estratégia Nacional de CT&I conhecida como ENCTI 2016-2022, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e sua agenda de metas que se estende até 2030 e, por fim, o Nexus.

 

Segundo ele, temos atualmente cinco grandes desafios de CT&I apontados pelo governo e por especialistas. São eles: posicionar o Brasil entre os países com maior desenvolvimento em CT&I; aprimorar as condições institucionais para elevar a produtividade a partir da inovação; reduzir assimetrias regionais na produção e no acesso à CT&I; desenvolver soluções inovadoras para a inclusão produtiva e social e fortalecer as bases para a promoção do desenvolvimento sustentável.

 

Raeder explicou como a ENCTI funciona, desde seus eixos estruturantes, temas estratégicos e seus cinco pilares fundamentais: a promoção da pesquisa científica básica e tecnológica; a ampliação do financiamento para o desenvolvimento da CT&I; a formação, atração e fixação de recursos humanos; a promoção da inovação tecnológica nas empresas e, por fim, a modernização e ampliação da infraestrutura de CT&I. Para este último, trouxe três bons exemplos de projetos: o Sirius, o Reator Multipropósito Brasileiro e, o mais novo deles, o do Submarino Nuclear que avançará a partir deste ano.

 

Tomando por base os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, o representante do MCTIC enfatizou a importância da atuação dos institutos de tecnologia. A agenda proposta pela ONU trabalha diversas frentes, ao todo 17 metas que os países devem cumprir para terem um desenvolvimento sustentável. No Brasil elas foram subdivididas em 4 grupos:

 

- Dimensão social – diminuição e erradicação da pobreza e fome, incentivo à saúde e educação, diminuição das desigualdades;

 

- Dimensão ambiental – água potável e saneamento, energia limpa, ação contra mudança do clima;

 

- Dimensão econômica – trabalho e empregos dignos, consumo e produção responsáveis;

 

- Dimensão institucional – paz justiça e prosperidade.

 

“Atuamos de maneira a ajudar a pensar como fazer um olhar nacional para os ODS, fazendo uma adequação para nossas metas. Em algumas áreas já superamos os objetivos, em outras ainda estamos longe de resolver, como o problema de saneamento básico. Temos uma dificuldade enorme em avançar nessa questão e o que é importante é pensar quais são os ODS com maior contribuição da CT&I? Pensar de que maneira podemos nos associar a esses ODS, a essa agenda. Como podemos direcionar nossas pesquisas e investimento em inovação para eles”, comentou Raeder.

 

A Rede ODS Universidades Brasil criada ano passado é um projeto que busca o alcance dos objetivos por meio da pesquisa cientifica e tecnológica. Este projeto envolve diretamente as universidades e é um dos exemplos de como a CT&I pode ajudar a resolver problemas sociais.

 

Por fim, o palestrante falou sobre o Nexus, projeto que tem como objetivo apoiar projetos de pesquisa que contribuam para o desenvolvimento de soluções sustentáveis para garantir a segurança hídrica, energética e alimentar nos biomas. O projeto promove a integração e a complementaridade entre ações dos do governo, da acadêmica, das empresas e sociedade civil que estão envolvidos no desenvolvimento de sistemas mais sustentáveis e adaptados à realidade regional e a preservação e recuperação da biodiversidade.

 

Um exemplo dado por Raeder foi de um projeto de uma Máquina de Gelo Solar, que possibilita a fabricação de gelo para estocar peixes numa comunidade ribeirinha na Amazônia. Com ela, estas comunidades passaram a estocar o produto e, consequentemente, melhorar os preços de venda e movimentar melhor a economia local. A máquina foi considerada um exemplo de boa prática pela grande empresa Google.

 

Fonte: Portal ABIPTI

 
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