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Desde 2005, MCTIC já apoiou a realização de 130 olimpíadas científicas no país

Seg, 18 de Junho de 2018 16:18

O fortalecimento das olimpíadas científicas no país é um dos compromissos assumidos pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) na Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (Encti), válida de 2016 a 2022. Durante o 1º Seminário dos Coordenadores de Olimpíadas Científicas, a coordenadora-geral de Popularização e Divulgação da Ciência da pasta, Leda Cardoso, ressaltou o papel social dessas competições.

 

“A ciência é uma ferramenta de inclusão para o cidadão e para que ele entenda o universo onde vive. Por isso as olimpíadas do conhecimento são tão importantes, porque estimulam que os jovens tenham um contato mais próximo com a ciência e aprendam a buscar esse conhecimento. E isso também está incluído na Encti”, disse.

 

O seminário foi promovido pelo MCTIC e reuniu coordenadores de 15 olimpíadas científicas nacionais. O objetivo foi compartilhar experiências sobre os projetos, discutir as melhores práticas, as metodologias aplicadas e os resultados obtidos regional e nacionalmente. O MCTIC e parceiros promovem chamadas públicas que resultam na realização de 10 a 15 olimpíadas científicas nacionais a cada ano. Desde 2005, o ministério já deu apoio a cerca de 130 competições em todo o país.

 

Os eventos contam com a participação de milhões de estudantes brasileiros, em diversas áreas do conhecimento, como matemática, biologia, robótica, história, economia e astronomia.

 

Apoio a novas olimpíadas

 

Os representantes de olimpíadas científicas também debateram com representantes do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) aprimoramentos aos futuros editais destinados às competições de conhecimento. Uma das sugestões levantadas é a possibilidade de criação de uma linha de financiamento voltada a olimpíadas regionais e para novas competições.

 

Um exemplo é a Olimpíada Brasileira de Cartografia (Obrac). Na avaliação da coordenadora da competição, Angelica Carvalho Di Maio, a ampliação do escopo do edital pode permitir um maior protagonismo do Brasil em diversas áreas do conhecimento.

 

“A Obrac é única no mundo e, inclusive, recebemos contatos de diversas instituições internacionais que gostariam de adotar o nosso modelo para ser implantado em outros países. O Brasil é pioneiro nesse tipo de olimpíada e não pudemos ter apoio de outros editais porque não nos encaixamos em nenhuma das categorias. Criar uma nova modalidade seria muito bom para estimular que outras olimpíadas fossem criadas”, destacou.

 

A proposta, agora, será analisada pela equipe técnica do CNPq. “A saída que vejo é realmente elaborarmos uma terceira linha de financiamento. Hoje, apoiamos olimpíadas consolidadas no país e com penetração nacional. Criarmos essa linha pode ser o caminho para ampliarmos o alcance das olimpíadas do conhecimento em todo o país”, afirmou a coordenadora-geral de Engenharia, Capacitação Tecnológica e Inovação do CNPq, Kristiane Accetti.

 

Fonte: Portal MCTIC

 
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