logo

slogan

ufscar

Cadastre-se e receba as novidades sobre a Agência Inovação da UFSCar por e-mail
parceiros_top

failogopequeno

 

fortec

 

inpi

 

parceiros_bottom

Redes Sociais

face twitter youtube

Presidente da Finep defende mudança cultural na relação entre empresas e universidades

Qui, 14 de Junho de 2018 17:59

Ainda existe certo mal-estar na convivência entre empresários e acadêmicos no Brasil, o que prejudica a difusão da cultura de inovação no país. A constatação foi feita pelo economista e presidente da Finep, Marcos Cintra, durante o 3º Seminário sobre Diplomacia e Inovação Científica e Tecnológica, realizado pelos Ministérios da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e das Relações Exteriores (MRE), em Brasília, no dia 12 de junho. Ele listou uma série de fatores que podem melhor a relação indústria-universidade-governo.

 

“O Brasil é o 13º maior produtor de artigos científicos do mundo, mas apenas o 69ª no Índice Global de Inovação. Precisamos construir pontes que liguem estes dois mundos tão diversos – universidades a empresas”, disse Cintra, destacando também que a área de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) deve entender que a sustentabilidade econômica – o lucro – é a principal motivação para as empresas inovarem. “A superação desse preconceito implica mudança cultural”.

 

O presidente da Finep citou os escritórios de transferência de tecnologia de Israel (TTOs, na sigla em inglês) como modelo a ser seguido. Por meio deles academia e empresas se associam para obter ganhos financeiros. “Uma parte significativa dos recursos das universidades israelenses vem dos TTOs”, destacou.

 

Outros fatores que podem contribuir para maior sinergia entre academia-universidade-governo no Brasil, de acordo com o economista, são a redefinição da governança da política e das instituições de apoio a CT&I e o redesenho do modelo de financiamento do Sistema Nacional de CT&I. “Temos todas as peças instaladas – boas universidades, grandes mentes, meio empresarial ágil. Essa riqueza institucional precisa ser articulada para que resultados surjam de forma mais visível”, afirmou.

 

Cintra explicou que o esforço governamental de investimento em CT&I já atingiu o limite da capacidade: a iniciativa privada precisa agora aumentar sua participação. “O Brasil investe 1,6% do Produto Interno Bruto (PIB) em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), mas 0,9% são recursos públicos. Essa proporção precisa ser invertida”, defendeu. “Na Coreia do Sul, para cada unidade monetária dispendida pelo governo, setor privado aloca mais quatro”, completou.

 

Fonte: Portal Finep

 
free poker
logo_rodape
Agência de Inovação da UFSCar - Rodovia Washington Luís, km 235 - Caixa Postal 147 CEP: 13565-905
São Carlos, SP - Brasil - Tel: (16) 3351.9040 - inovacao@ufscar.brmaps
mapa