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O jogo da ciência, por Gustavo Gollo

Qui, 17 de Maio de 2018 09:13

“Creio que os grandes lances da ciência sejam mais vibrantes do que as finais de copa do mundo, embora, naturalmente, tudo dependa de gosto e de compreensão”

 

Tenho defendido que a ciência pode e deve ser vista como um jogo. Minha afirmação é textual: ciência consiste na brincadeira de solucionar enigmas; trata-se de um divertimento, um jogo em sentido literal. Também sugiro que seja jogado alegremente, acompanhado, em seus melhores momentos, com a mesma vibração com que torcedores acompanham um gol. Creio que os grandes lances da ciência sejam mais vibrantes do que as finais de copa do mundo, embora, naturalmente, tudo dependa de gosto e de compreensão. Insisto, no entanto, que minhas colocações acima são, todas elas, literais.

 

Também tenho defendido que vivemos em um mundo aberto, concepção com amplas consequências em múltiplos campos, especialmente no da ciência. Cientistas se comportam de maneiras diferentes caso percebam o mundo como aberto ou fechado; a visão fechada sustenta a posição conservadora, a meu ver errônea e improfícua, que vem cerceando o desenvolvimento científico. Mundos abertos escancaram uma infinidade de possibilidades de desenvolvimento a cada momento, assim como uma página em branco de um editor de texto permite o florescimento, nela, de inúmeras criações. Mundos fechados só permitem um pequeno número de escolhas pré-determinadas, como uma fase de videogame que permita apenas uma determinada resposta para ultrapassá-la.

 

As concepções metacientíficas esboçadas acima já foram defendidas por mim em vários textos aqui no ggn, listei alguns deles no final deste. Tais pontos de vista sugerem fortemente que eu mesmo siga meus conselhos e desenvolva teorias inovadoras e belas. Gosto de jogar o jogo e de o fazer com alegria, tempero saboroso para quase todas as atividades. Não me agrada a ciência taciturna, em voga nos dias atuais, elaborada por criaturas remelentas, quando não uns sacripantas dogmáticos imbuídos do propósito inconfessável de reproduzir sua própria mediocridade a tentar impedir o desenvolvimento de qualquer ideia criativa, (recomendo aos jovens que se afastem de tais criaturas). Em contrapartida, prometo aos que seguirem as páginas abaixo encontrar nelas uma ciência viva e vibrante. Ouso sugerir a todos que acompanhem o texto a seguir como se estivessem a acompanhar as jogadas de Garrincha, Rivaldo ou Messi; tento me inspirar neles, tanto quanto em Einstein, Newton ou Darwin.

 

O resultado final do texto consiste em uma cosmogonia quântica, e inclui uma surpreendente resposta à questão: O que é vida?

 

Leia na íntegra: Jornal GGN

 

Fonte: Jornal da Ciência, 15/05/2018

 
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