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Empresários defendem equilíbrio entre tradição e novas tecnologias na prestação de serviços

Sex, 11 de Maio de 2018 15:00

Empresas tradicionais de fretes, de entregas de mercadorias e de aluguel de veículos esperam que os intermediadores de bens e serviços por meio de aplicativos de celulares possam atuar em conjunto para dinamizar a economia do País.

 

Representantes desses segmentos defenderam o equilíbrio entre os processos tradicionais da economia e as novas tecnologias. Essa preocupação foi explicitada durante audiência pública, nesta terça-feira (8), da Comissão Especial do Marco Regulatório da Economia Colaborativa. O debate foi proposto pelos deputados Herculano Passos (PMDB-SP), presidente do colegiado, e Carlos Melles (DEM-MG).

 

Presidente da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (Abla), Paulo Miguel Jr. afirmou que, no início, os aplicativos provocaram uma queda na demanda pelo aluguel de veículos. No entanto, depois houve um ajuste no setor. Ele espera que a regulação seja benéfica para as duas partes.

 

“As novas tecnologias criam situações e mudam parâmetros. É necessário que a legislação acompanhe essa evolução e esteja preparada de forma a não desabrigar quem já está no sistema. Temos de manter o equilíbrio entre o passado e o futuro, principalmente na área econômica”, disse.

 

União
Assessora jurídica da Associação Nacional de Empresas de Aluguel de Veículos e Gestão de Frota, Luísa Carneiro também defendeu a união de interesses entre as economias tradicional e colaborativa.

 

“Esperamos que a regulamentação permita a união de players importantes em prol da mobilidade urbana, como os aplicativos, as empresas locadoras e os motoristas, a fim de eles continuem gerando renda e atendendo bem à população”, comentou.

 

Segurança da informação
Para Ricardo Altmann, da empresa TruckPad, aplicativo que reúne caminhoneiros e empresas que movimentam cargas por todo o País, a regulamentação deve acompanhar os novos tempos, mas sem se esquecer de dispositivos éticos.

 

“O Brasil tem de acompanhar o que está acontecendo no mundo inteiro, definindo direitos e deveres de forma clara. É necessário discutir o tema segurança da informação”, apontou.

 

Padronização
Por sua vez, Lucas Grossi, gerente da Shippify, aplicativo que faz a entrega de produtos diretamente ao consumidor final, destacou que a regulamentação deve assegurar uma padronização das empresas que trabalham no setor.

 

"Hoje, esses entregadores finais da Shippify, por exemplo, já passam por um processo de verificação. Que esse procedimento seja universalizado; e não cada empresa tenha o seu próprio padrão", sustentou.

 

A Comissão Especial da Economia Colaborativa foi instalada em agosto do ano passado e já fez oito audiências públicas. Uma nova reunião ocorrerá na próxima terça-feira (15) para discutir o compartilhamento de bens e serviços.

 

Fonte: Portal Agência Câmara Notícias

 
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