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Pesquisadores buscam soluções para uso sustentável dos biomas brasileiros

Qui, 19 de Abril de 2018 09:45

Pesquisadores apresentaram nesta quarta-feira (18), em Brasília, os projetos que estão sendo desenvolvidos em cinco biomas por meio da chamada pública Nexus, lançada em agosto de 2017 para financiar estudos de soluções sustentáveis em segurança hídrica, energética e alimentar. Ao todo, foram selecionados 30 projetos na Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal. A Amazônia será contemplada em edital a ser lançado no futuro.

 

“São R$ 2 milhões investidos para promover uma sinergia sustentável com produção de alimentos dentro dos biomas nacionais. Só a ciência, tecnologia e inovação podem fazer com que o Brasil cresça como celeiro mundial preservando seu meio ambiente, fazendo uso adequado dos nossos biomas para gerar riqueza e oportunidades”, avaliou o presidente do CNPq, Mário Neto, na abertura do 1º Seminário de Avaliação e Acompanhamento das Chamadas Nexus.

 

Projetos

 

Um dos projetos aprovados para a Mata Atlântica é voltado para a conservação das matas ciliares e criação de agroflorestas. “São muitos os desafios quando pensamos no potencial dos produtos da biodiversidade local, como o pinhão, a araucária e o butiá”, afirmou a pesquisadora Gabriela Coelho, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFGRS).

 

No Pampa, o projeto coordenado pelo pesquisador Adalberto Miura, da Embrapa Clima Temperado, de Pelotas (RS), visa o manejo e a restauração da vegetação nativa. “Com isso, queremos alcançar o desenvolvimento sustentável com geração de renda, envolvendo as comunidades nos sistemas de produção”, explicou.

 

Outro projeto aprovado no edital Nexus busca o desenvolvimento de soluções para os impactos da estiagem na Caatinga. “Estamos estudando como usar água do esgoto para produção de alimentos e forragem para animais, modelagem climática para reduzir efeitos negativos da seca sobre rebanhos e também as plantas que usam pouca água para produzir combustíveis”, disse o pesquisador Rômulo Menezes, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

 

Para a pesquisadora da Universidade de Brasília Mercedes Bustamonte, que coordena um projeto no Cerrado, a chamada Nexus oferece a oportunidade de reunir várias iniciativas em andamento no bioma, para mapear o potencial do Cerrado na intensificação da agricultura com segurança alimentar, hídrica e energética. “Vamos trazer várias camadas de informações sobre os impactos da agricultura no bioma, formas de lidar com a diversidade social do Cerrado, mapear os territórios das comunidades tradicionais e povos indígenas e o quanto podem ser afetados e, também, traçar planos para que os territórios sejam preservados”, relatou.

 

Já no Pantanal, o esforço dos pesquisadores é para garantir a subsistência de pescadores e ribeirinhos. “É uma das principais atividades econômicas da região e sofre influência das variações ambientais, o que faz com que os pescadores estejam sempre buscando alternativas de renda. Então, vamos estudar formas sustentáveis de geração de renda para essas famílias, como extrativismo da bocaiuva, quintais agroecológicos e apicultura”, disse a pesquisadora Débora Marques, da Embrapa Pantanal, no Mato Grosso do Sul.

 

Respostas

 

Por tudo isso, o secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Alvaro Prata, avaliou que a chamada Nexus promete trazer respostas não só para o meio científico, mas, principalmente, para a sociedade. “Uma das grandes preocupações da sociedade brasileira é a área da ciência, tecnologia e inovação e, sobretudo, o que é realizado nessa área. Nesse sentido, temos que focar nos resultados, naquilo que nos comprometemos a realizar quando participamos de um edital como esse. Que possamos de fato atingir os resultados que buscamos e mostrar para a sociedade os resultados dos investimentos que fazemos em ciência e tecnologia.”

 

Pesquisadores buscam soluções para uso sustentável dos biomas brasileiros

 

Projetos apoiados pela chamada Nexus foram apresentados nesta quarta-feira (18) em Brasília.

 

Pesquisadores apresentaram nesta quarta-feira (18), em Brasília, os projetos que estão sendo desenvolvidos em cinco biomas por meio da chamada pública Nexus, lançada em agosto de 2017 para financiar estudos de soluções sustentáveis em segurança hídrica, energética e alimentar. Ao todo, foram selecionados 30 projetos na Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal. A Amazônia será contemplada em edital a ser lançado no futuro.

 

“São R$ 2 milhões investidos para promover uma sinergia sustentável com produção de alimentos dentro dos biomas nacionais. Só a ciência, tecnologia e inovação podem fazer com que o Brasil cresça como celeiro mundial preservando seu meio ambiente, fazendo uso adequado dos nossos biomas para gerar riqueza e oportunidades”, avaliou o presidente do CNPq, Mário Neto, na abertura do 1º Seminário de Avaliação e Acompanhamento das Chamadas Nexus.

 

Projetos

 

Um dos projetos aprovados para a Mata Atlântica é voltado para a conservação das matas ciliares e criação de agroflorestas. “São muitos os desafios quando pensamos no potencial dos produtos da biodiversidade local, como o pinhão, a araucária e o butiá”, afirmou a pesquisadora Gabriela Coelho, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFGRS).

 

No Pampa, o projeto coordenado pelo pesquisador Adalberto Miura, da Embrapa Clima Temperado, de Pelotas (RS), visa o manejo e a restauração da vegetação nativa. “Com isso, queremos alcançar o desenvolvimento sustentável com geração de renda, envolvendo as comunidades nos sistemas de produção”, explicou.

 

Outro projeto aprovado no edital Nexus busca o desenvolvimento de soluções para os impactos da estiagem na Caatinga. “Estamos estudando como usar água do esgoto para produção de alimentos e forragem para animais, modelagem climática para reduzir efeitos negativos da seca sobre rebanhos e também as plantas que usam pouca água para produzir combustíveis”, disse o pesquisador Rômulo Menezes, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

 

Para a pesquisadora da Universidade de Brasília Mercedes Bustamonte, que coordena um projeto no Cerrado, a chamada Nexus oferece a oportunidade de reunir várias iniciativas em andamento no bioma, para mapear o potencial do Cerrado na intensificação da agricultura com segurança alimentar, hídrica e energética. “Vamos trazer várias camadas de informações sobre os impactos da agricultura no bioma, formas de lidar com a diversidade social do Cerrado, mapear os territórios das comunidades tradicionais e povos indígenas e o quanto podem ser afetados e, também, traçar planos para que os territórios sejam preservados”, relatou.

 

Já no Pantanal, o esforço dos pesquisadores é para garantir a subsistência de pescadores e ribeirinhos. “É uma das principais atividades econômicas da região e sofre influência das variações ambientais, o que faz com que os pescadores estejam sempre buscando alternativas de renda. Então, vamos estudar formas sustentáveis de geração de renda para essas famílias, como extrativismo da bocaiuva, quintais agroecológicos e apicultura”, disse a pesquisadora Débora Marques, da Embrapa Pantanal, no Mato Grosso do Sul.

 

Respostas

 

Por tudo isso, o secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Alvaro Prata, avaliou que a chamada Nexus promete trazer respostas não só para o meio científico, mas, principalmente, para a sociedade. “Uma das grandes preocupações da sociedade brasileira é a área da ciência, tecnologia e inovação e, sobretudo, o que é realizado nessa área. Nesse sentido, temos que focar nos resultados, naquilo que nos comprometemos a realizar quando participamos de um edital como esse. Que possamos de fato atingir os resultados que buscamos e mostrar para a sociedade os resultados dos investimentos que fazemos em ciência e tecnologia.”

 

Fonte: Portal MCTIC

 
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