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Pesquisadores japoneses dizem que aumento no orçamento para ciência não é suficiente

Qua, 14 de Fevereiro de 2018 16:18

É pouco provável que o aumento de 7% melhore a situação para os jovens pesquisadores, dizem cientistas, após anos de financiamento estagnado

 

O Japão aumentará acentuadamente o financiamento para ciência e tecnologia em 2018, depois de anos de estagnação no suporte para o setor. Mas alguns cientistas e especialistas em políticas públicas temem que o aumento seja muito pequeno para compensar mais de uma década de fundos insipientes para a ciência.

 

O investimento total em ciência e tecnologia crescerá em 7% para 3,84 trilhões de ienes (US $ 35 bilhões) este ano, em relação a 2017, conforme anunciou o órgão consultivo de ciência do governo em 30 de janeiro.

 

Todos os anos, o Conselho de Ciência, Tecnologia e Inovação do Japão (CSTI) organiza os gastos com ciência no país após a divulgação dos orçamentos ministeriais individuais pelo Ministério das Finanças em dezembro. O impulso de 250,4 bilhões de ienes deste ano vem após um crescimento mínimo do orçamento científico desde o início dos anos 2000. “Nós não achamos que as cifras de 2018 são suficientes, mas fizemos todo o possível e conseguimos resultados relativamente bons”, diz Takahiro Ueyama, membro executivo da CSTI, que também é responsável pela elaboração das estratégias científicas e tecnológicas do governo.

 

Alguns analistas de políticas científicas receberam bem o aumento, dizendo que o governo estava cumprindo com sua resolução de impulsionar a inovação como um motor chave do crescimento econômico do país.

 

O governo do primeiro-ministro Shinzo Abe pretende impulsionar o orçamento japonês de ciência e tecnologia em 300 bilhões de ienes por ano para atingir o objetivo de 1% do produto interno bruto (PIB) do país até 2020, ante 0,65% em 2015. Os especialistas em políticas públicas dizem que este objetivo está se aproximando da realidade. “Não vejo elementos negativos importantes no novo orçamento”, diz Yuko Ito, especialista em política científica da Agência de Ciência e Tecnologia do Japão (JST), em Tóquio.

 

Ueyama diz que 191,5 bilhões de ienes em dinheiro novo vem de ministérios que concordaram em aumentar a produtividade, gastando menos com tecnologias convencionais em infraestrutura, serviços médicos e outros, e, ao invés disso, investindo em novidades, tecnologias mais eficientes e automação. Por exemplo, o ministério da terra, infraestrutura, transportes e turismo desenvolverá tecnologias que medem rachaduras internas em estradas, túneis e pontes de concreto, trabalho que atualmente é realizado por um engenheiro. “Por meio dessas novas abordagens, estamos tentando direcionar mais do orçamento limitado do Japão para ciência e tecnologia”, diz ele.

 

A reportagem completa está disponível em inglês:

 

Nature

 

Fonte: Jornal da Ciência, 09/02/2018

 
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