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Como a diplomacia da ciência pode contribuir para transformar nosso mundo

Qua, 06 de Setembro de 2017 14:28

Pesquisador da USP é o único brasileiro a fazer parte de um comitê recém-criado com o objetivo de aproximar cientistas e gestores públicos na busca por solucionar problemas que afligem a América Latina e o Caribe

 

Construir redes para conectar cientistas e tomadores de decisão não é tarefa simples nem para os mais experimentes cientistas da computação. Porém, esse é um dos desafios que o professor André de Carvalho decidiu enfrentar. Pesquisador do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, André foi selecionado para uma vaga no comitê criado pela Rede Internacional para Assessoramento Científico Governamental (INGSA, na sigla em inglês) especialmente para debater os desafios da diplomacia da ciência na América Latina e no Caribe.

 

Ele e mais cerca de 60 pesquisadores e gestores públicos se reuniram em Buenos Aires, na Argentina, de 28 a 30 de junho, para participar do Wokshop da América do Sul para Assessoramento Científico Governamental, organizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação Produtiva da Argentina em conjunto com a INGSA e a Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAI). Financiado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e pelo Centro Internacional de Pesquisa para o Desenvolvimento, o evento analisou as contribuições que a ciência pode prover para o aprimoramento de políticas públicas em diferentes áreas, além de promover uma troca de experiências entre os participantes e discutir os desafios que devem ser enfrentados.

 

Segundo o professor André, as atividades do centro estão muito ligadas a uma área conhecida por diplomacia da ciência, que tem crescido em importância nos países desenvolvido nos últimos anos: "A UNESCO possui várias iniciativas para fortalecer a diplomacia da ciência e a AAAI possui um centro dedicado ao tema. A diplomacia da ciência estimula a colaboração científica entre países, por considerá-la parte essencial da política externa na era do conhecimento". O professor conta que, na época da Guerra Fria, era comum existirem militares como membros de embaixadas e consulados. Atualmente, em vários países, eles vêm sendo substituídos pela crescente presença de diplomatas cientistas.

 

Leia na íntegra: ICMC USP

 

Fonte: Jornal da Ciência, 05/09/2017

 
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