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Como empresas internacionais utilizam a PI em suas estratégias de negócio

Seg, 12 de Junho de 2017 11:10

Empresa centenária, mas que tem a inovação no centro da estratégia de negócio, a fabricante global de eletrodomésticos Whirlpool conta com 2.608 patentes e 870 marcas no mundo. Contratos de licenciamento ou de transferência de tecnologia, parcerias e design compõem a estratégia da empresa, que está buscando no INPI o reconhecimento de sua marca como de alto renome.

 

Eduardo Vasconcelos, da área de Relações Institucionais e Inovação da Whirlpool, afirma que 25% das receitas da empresa vêm de produtos inovadores, e de 3 a 4% do faturamento são investidos em marcas e inovações.

 

Segundo Vasconcelos, que esteve no 1º Seminário de Propriedade Intelectual da Confederação Nacional da Indústria (CNI), no dia 6 de junho, em São Paulo, a empresa considera que propriedade intelectual (PI) deve trazer retorno financeiro, aumento de fatia de mercado e valor para o acionista. Com essas diretrizes, um comitê interdisciplinar avalia a pertinência da proteção de PI com base no potencial de retorno econômico, além de cuidar da gestão dos ativos.

 

Já para o Grupo Bimbo, do México, o uso dos acordos internacionais de PI permitiu uma virada na gestão de seus ativos. O grupo do setor de panificação, que tem presença em 24 países, apresentou sua primeira patente pelo Tratado de Cooperação em Matéria de Patentes (PCT) em 2015, de acordo com a gerente global de PI do Grupo, Norma Castañeda Mendel.

 

Tendo aderido ao Protocolo de Madri em 2013, o Grupo Bimbo fez o pedido de marca internacional naquele ano em 89 países. Em 18 meses, já tinha o registro em mais de 70 deles. Atualmente, o grupo tem 10 mil produtos e mais de 100 marcas, como Ana Maria, Rap10, Pullman e Nutrella.

 

– Ingressamos no Brasil em 1999 e não pudemos entrar com a nossa marca original, Bimbo. Não tínhamos a consciência de fazer o registro com antecedência naquela época, e terminamos por utilizar outros nomes. Tivemos que fazer uma grande negociação. Ficou a lição aprendida – concluiu Norma.

 

O futuro da PI diante da indústria criativa

 

Na indústria criativa, a infração aos direitos de Pl é um desafio crescente. Para Rodrigo Leme Freitas, gerente para a América Latina da área de usos não autorizados da Adobe Systems, a tecnologia tencionou o paradigma entre controle e acesso.

 

– A pirataria na Adobe hoje é um problema de negócio, e não apenas um problema jurídico como era antes. A Adobe parte do princípio que metade não vai pagar e lida com isso como uma realidade que está posta – explicou.

 

Mauro Falsetti, advogado especialista em PI, citou o programa de proteção à propriedade intelectual do Mercado Livre, que tem o objetivo de evitar infrações a direitos de terceiros. O site tem um canal exclusivo para denúncias e mais de 500 membros no Brasil, como a Reebok, Adidas, Oakley e O Boticário.

 

– Para a empresa é muito negativo ter infratores em sua plataforma – opinou Falsetti.

 

A chamada indústria criativa é aquela baseada na economia gerada pelos produtos tecnológicos do talento e da criatividade humana. Arquitetura, artes cênicas, produtos audiovisuais, biotecnologia, design, criações editoriais, expressões culturais, transporte, moda, música, patrimônio e artes, pesquisa & desenvolvimento e publicidade compõem esse segmento inventivo.

 

Fonte: Portal INPI, com informações da CNI

 
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